terça-feira, 3 de outubro de 2017

Alguns detalhes de "O Padrinho" que provavelmente nem repararam

Olá a todos. No post de hoje, vou fazer uma coisa que eu já queria fazer desde que vi a Trilogia "O Padrinho" (1972-1990) de Francis Ford Coppola baseado na novela de Mario Puzo (ou "O Poderoso Chefão", como chamam lá os nossos camaradas no Brasil), no inicio deste ano. Não é um critica sobre o filme, não é nada disso. Mas deixem-me dizer a 1ª razão deste post que é contar sobre o que achei da trilogia.

Eu confesso que desde que ouvi muita gente a dizer que é a coisa mais perfeita do cinema, desde que ouvi falar da trilogia (Foi em 2009. Tinha 15 anos na altura, ainda não tinha idade), e coisas do tipo "Tu não és um verdadeiro fá de cinema se não vires este filme" (Quem diz isso não pensa na possibilidade da pessoa não estar interessada e não gostar do filme depois de vé-lo, o que não é o meu caso. Lembrem-se que podemos ser todos fás de cinema e não precisamos de ter os mesmos gostos e isso implica também filmes icónicos como "O Rei Leão" e os 2 primeiros filmes desta trilogia), etc...

Claro que vi a trilogia pela 1ª vez, no inicio deste ano, apesar que a minha opinião é diferente do que a maior parte das pessoas dizem sobre estes filmes.

Porqué?

Eu gostei do 1º "O Padrinho" (1972). Está um dos grandes clássicos do cinema, mas não considero uma coisa perfeita, porque para mim não existem filmes perfeitos (antes que comecem a julgar, cliquem aqui e leiam o texto por debaixo do video), mas sim está um grande filme.

"O Padrinho - Parte II" (1974), eu sei que muita gente diz que é melhor que o 1º, mas eu não acho, porque gostei mais das cenas que se passam antes do 1º filme do que depois, porque as cenas que se passam depois do 1º, embora tenha percebido o que se passava, o ritmo era um bocado lento (O que é estranho, porque não tenho problemas a ver filmes parados. E a preto-e-branco.).

Já "O Padrinho - Parte III" (1990), confesso que vi o filme e não me pareceu ter defeitos, ao contrario de muita gente diz. Eu gostei.

Vamos mas é focar para a outra razão deste post que vocês devem ter visto no titulo.

A maior parte dos fás da trilogia, quando se trata da linguagem cinematográfica desta trilogia, só devem ter ouvido falar da linguagem das laranjas nos filmes, porque elas aparecem (directa ou indirectamente) a maior parte das vezes em cenas da trilogia que envolve assassinatos ou atentados.

O critico de cinema brasileiro Pablo Villaça, que também é um fá da trilogia, neste video (que encontrei depois de ver os 2 primeiros), aqui em baixo, fala sobre algumas das linguagens cinematográficas do 1º filme que ele descobriu, que provavelmente vocês não repararam quando o viram varias vezes.

Cuidados com Spoilers para quem não viu os filmes (Isto é se vos interessar):


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