quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Love, Death & Robots


Criada por Tim Miller ("Deadpool", 2016) e produzida por Miller e David Fincher ("Seven", 1995, e "O Estranho Caso de Benjamim Button", 2008), "Love Death & Robots" é uma colecção de curtas animados PARA MAIORES DE 18 ANOS na Netflix.

A colecção é constituída por 17 curtas animados, elas feitas por vários estúdios de animação diferentes com técnicas de animação diferentes, e 1 de imagem real (Idade do Gelo).

Embora nenhuma das curtas-metragem não esteja ligado com as outras, todas elas focam pelo menos num dos 3 temas do titulo (Amor, Morte e/ou Robôs).

As curtas são:
  1. Três Robôs;
  2. Para Lá de Aquila;
  3. Idade do Gelo;
  4. A Vantagem de Sonnie;
  5. Quando o Iogurte Conquistou o Mundo;
  6. Guerra Secreta;
  7. Devorador de Almas;
  8. A Testemunha;
  9. Fatos;
  10. Boa Caçada;
  11. A Lixeira;
  12. Mutantes;
  13. A Noite dos Peixes;
  14. Dar Uma Mão;
  15. Histórias Alternativas;
  16. 13, O Numero da Sorte;
  17. Ângulo Morto;
  18. Zima Blue.

(A ordem das curtas é diferente em cada conta da Netflix. Esta é a ordem que me apareceu na minha conta.)



Eis a minha opinião sobre cada curta (não há spoilers):


Três Robôs.

O simples e divertido prazer de fazer turismo.


Para Lá de Aquila.

Só espero que a "Greta" não engane o Thom uma 3ª vez e vai directo ao assunto.


Idade do Gelo.

Quais seriam as possibilidades de se ter uma civilização dentro do nosso frigorífico?


A Vantagem de Sonnie.

Ameaçador com uma boa plot twist.


Quando o Iogurte Conquistou o Mundo.

Será que o que acontece nesta curta podia acontecer na Vida Real?


Guerra Secreta.

Um cenário alternativo de 2 ª Guerra Mundial, no mínimo interessante, que eu achei. E reconheci a voz do Colossus ("Deadpool" 2016-presente?) no líder dos soldados russos.


Devorador de Almas.

Credo!


A Testemunha.

Ao ver o final, pensei "Será um ciclo de repetição?".


Fatos.

Uma boa brincadeira que junta agricultores e ficção cientifica da pesada.


Boa Caçada.

Uma óptima evolução de Japão antigo e mágico até Steampunk, tanto em cenário como em protagonistas.


A Lixeira.

Depois de ver este, apeteceu-me abraçar os meus animais de estimação. Estranho, eu sei.


Mutantes.

Mesma coisa que achei em "A Guerra Secreta" mas no Afeganistão. Mas foi crente para mim a amizade entre os 2 soldados mutantes.


A Noite dos Peixes.

Estava a pensar que os animais marinhos fantasmas iam por o carro a funcionar. Mas a conclusão que vi também resulta.


Dar Uma Mão.

Depois de ver este, fico aliviado por nunca querer ser astronauta. Embora o tipo de situação mostrado pode acontecer na Terra.


Histórias Alternativas.

6 cenários alternativos, divertidos de se ver. Gostava de ver o cenário alternativo sobre o Lincoln.


13, O Numero da Sorte.

No climax do curta, quase esqueci que a 13 era uma nave e não uma pessoa.


Ângulo Morto.

Algo me dizia que que o destino dos 3 ciborgues não foi o que acabei de ver. E tinha razão.


Zima Blue.

Depois de ver este, fez-me perguntar "Qual é a razão de adquirir tanto conhecimento se o que queremos são as coisas mais simples da Vida?".


Já viram "Love, Death & Robots"? Se viram, o que acharam?


Então é tudo.

Um Bom Abraço e Até à Próxima.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Voltei!

Por onde começar?

A minha "obsessão" pela Disney.

Como sabem, a fonte dessa obsessão veio pela insatisfação que tinha pelas sequelas de "O Livro da Selva" (1967).

E durante 6 anos, as pessoas diziam coisas como "tu sabes imenso de Disney".

Mas em 2017, conheci pessoas com um conhecimento mais aprofundado de cinema do que eu.

Então comecei a ver filmes de imagem real (que não sejam remakes de animações Disney) para essas pessoas quererem falar comigo.

Mas durante a minha pausa de 2 meses, eu percebi que cada um prefere ver o mundo a sua maneira.

Há quem só goste de ver Disney por causa dos filhos e há quem prefere ver mais do que isso.

Eu percebi que sou do 2 º grupo.

Claro que gosto de ver Disney, mas caramba, eu também gosto de ver filmes de outros géneros, desde comédias como "Aeroplano" (1980) e os filmes dos Monty Python (1975-1983) e aventuras como "Regresso ao Futuro" (1985-1990)  e "O Senhor dos Anéis" (2001-2003) até filmes de terror como "Alien - O 8º Passageiro" (1979) e "Psicose" (1960), e de guerra como "Apocalipes Now" (1979).

Mas porque "que não sejam remakes de animações Disney"? Percebi que os remakes são a razão porque quis "fugir" da Casa do Rato.

Ver estas versões de imagem real ou fotorealista de animações que via na minha infância (e rever "Os 101 Dálmatas", 1996) , é como se eu estivesse a voltar ao Passado (excepto "O Livro da Selva", 2016).

Mas tudo bem. Se a Casa do Rato voltou a fazer versões em imagem real ou foto-realistas das suas animações apenas para proteger o seu departamento de imagem real, façam.

E se é para os adultos verem estas versões em imagem real ou foto-realistas das suas animações preferidas por causa de nostalgia, vejam. Nem eu e nem ninguém vos proíbe.

Eu só queria uma sequela em serie de TV de "O Livro da Selva" (1967). Eu trocava todo o conhecimento que adquiri de Disney/Animação desde 2010 por isso.


Não vai haver canal do blogue no Youtube.

Percebi que ser youtuber não é para mim. Prefiro ver filmes/series por ver.


Antes de terminar, 2 avisos para quem não me segue no Facebook:
  1. Actualizei o post "Estes filmes da Disney não são remakes dos seus clássicos animados!". Cliquem aqui para saberem quais foram as actualizações.
  2. Foi divulgada há 2 dias atrás a nova temporada do Cinepop, Cliquem aqui para saberem quais são os filmes.

E pronto, agora sim, é tudo.

Um Bom Abraço e Até à Próxima!

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

O Rei Leão - Critica Sem Spoilers


Esta analise não tem SPOILERS.

Bem, afinal sempre consegui ver nos cinemas. Um familiar meu quis ver o filme e eu aproveitei para ir com ele. Legendado, mas tudo bem.

Mas ainda estou a fazer a pausa de 2 meses.

Adiante...

Achei um bocado confuso esta nova versão.


Primeiro, quais são os pontos positivos?

As vozes. 

Especialmente Chiwetel Ejafonor cria um Scar bem mais cruel que o da versão de 1994. Deu-me uma raiva tremenda.

E os actores que dão as vozes aos apoios cómicos (Zazu, Azizi e Kamari, Timon e Pumba) estão muito bons. Adorei as piadas metalinguisticas que o Timon e o Pumba dizem ao longo do filme. Eles até fazem uma referencia à "A Bela e O Monstro" (1991)!

A animação.

Muita bem feita. Dá mesmo a imersão de estarmos em África. Está tão realista que parece um documentário da Vida Selvagem.

E as canções.

Continuam bem-feitas, incluindo a nova canção "Spirit".


Agora em termos de argumento...

Eu fiquei meio perdido com algumas cenas que Jon Favreau e o roteirista Jeff Nathanson alteraram e adicionaram.

É provável que a razão porque fiquei meio-perdido tem a haver com a falta de expressividade facial nos leões no filme.

Por exemplo, na recriação da cena em que o Mufasa morre, eu não consegui ver expressividade nenhuma de medo no Simba e no Mufasa, durante a cena.

O que é mais estranho é que o Scar está zangado o filme todo. Ele nunca chega a mudar de expressão.

Eu sei que a ideia era ser realista, mas se vocês pegarem em filmes animados como "Dinossauro" (2000) e "Happy Feet" (2006), os animais eram realistas mas tinham expressões faciais muito bem definidas.

Outras cenas alteradas ou adicionadas eu gostei, como o dia-a dia dum rato no inicio do filme e a viagem de um tufo da juba do Simba. Essa parte lembrou-me a viagem do Aladar em ovo no inicio do já citado "Dinossauro".


Concluindo, acho um filme simples. Apenas simples.

Nem consigo fazer uma critica com spoilers do filme.

Mas ponto positivo, é que está a ganhar imenso dinheiro nas bilheteiras!


Então é tudo. Eu vou retomar com a minha pausa de 2 meses.

Um Bom Abraço e Até à Próxima!

sábado, 27 de julho de 2019

"Opinião e Cinema" vai fazer uma pausa de 2 meses!


Porquê?

Preciso de tempo para mim.

Quando criei o blog em 2016, eu achava que tinha uma ideia muita clara do que queria.

Mas o que eu queria estava errado.

O que eu queria?

Aumentar o meu grupo de amigos.

Mas a verdade é que sites é para atrair seguidores e não amigos.

Eu esqueço-me que as outras pessoas que conheço tem vida própria.

E pensava que criar a pagina de facebook ia ajudar-me a aumentar o meu grupo de amigos.

Mas para além do João Moreira, é raro conseguir o interesse de outras pessoas.


No inicio deste ano, como repararam, parece que fiquei mais "agarrado" à Disney, do que o normal. Especialmente por causa dos remakes.

E ao mesmo tempo parecia que eu odiava a estratégia.

A verdade é que não quero saber de que um pensa e o outro não em relação aos remakes.

A Disney pode fazer, remakes ou sequelas para cinema/home video/televisão dos seus clássicos animados.

Eu só quero divertir-me.


Porque é que 50 % por cento das pessoas usam mal as redes sociais e o Youtube?

Porque querem ser vistos como "O Herói/A Heroína".

Porque julgam algo sem saber as razões primeiro.

Quando na Segunda, descobri, através do João Moreira, que a Disney está a fazer remakes dos seus filmes animados para salvar o seu departamento de filmes live-action (cliquem aqui para relembrar), eu senti-me culpado. Mesmo culpado.

Porque eu julguei sem saber as razões primeiro.


Em relação ao remake de "O Rei Leão", sim, eu queria ver, mas não sei se é por nostalgia ou pelo visual foto realista. Acho que é pelos 2.

Mas ei, não é o fim do mundo se eu não vir nos cinemas.

Olhando pelo óptimo desempenho nas bilheteiras, não tenho que me preocupar.


Acho que tinha tudo que tinha para dizer.

Se não houver nada que queira falar mais cedo...

Um Bom Abraço e Até Daqui a 2 Meses!

quarta-feira, 24 de julho de 2019

"O Gigante de Ferro": precisa mesmo de uma sequela?


Aviso: Isto contêm SPOILERS de "O Gigante de Ferro" (1999).


Ao longo dos anos, "O Gigante de Ferro" anda a ser descoberto por inúmeros fás de Animação, graças ao trabalho de Brad Bird na Pixar, dirigindo "The Incredibles - Os Super-Heróis" (2004-2018) e "Ratatui" (2007).

Então porque é que não teve uma sequela?

Olhando pela maneira de como acabou (O Gigante a reconstruir-se para voltar para o Hogarth) e a popularidade que o filme recebeu ao longo dos anos, metade dos fás pedem uma sequela.


Em 24 de Julho de 2018, um fá do filme, Chris Carson, perguntou a Brad Bird no Twitter porque é que o filme nunca teve uma sequela.

Bird respondeu o seguinte:

"Duas respostas simples:
1) No seu lançamento original, o filme foi um fracasso financeiro.
2) Não é necessário. O primeiro conta a história que eu quis contar. Algumas histórias acabam com O FIM."


Então, eu vou explicar porque é que os fás querem uma sequela e porque é que o filme não precisa de uma sequela.


Porque é que os fás querem uma sequela?
  1. Quem é que construiu o Gigante?
  2. Porque é que ele foi para a Terra?
  3. Será que ele vai conseguir voltar para o Hogarth?

Porque é que o filme não precisa de uma sequela?
  1. Se a sequela tiver um novo vilão, a presença desse vilão vai arruinar o que o Gigante conseguiu no 1º filme: Ser Super-Homem, e não uma arma.
  2. Tu não precisas de saber a resposta para tudo. É melhor não sabermos a origem do Gigante. Isso não é importante para ele.
  3. Olhando para a rapidez de como ele se reconstrói, obviamente ele vai voltar para o Hogarth sem nenhuma dificuldade.

Por isso, como Brad Bird disse "Não é necessário".

Então o que vocês acham? Gostavam de ver uma sequela do filme? Ou concordam com o que Brad Bird disse? Não se esqueçam de comentar.

Um Bom Abraço e Até à Próxima!

"O Rei Leão" retomou as dobragens portuguesas.


Muita gente acha que "O Rei Leão" (o original de 1994) foi o 1 º filme a ser dobrado em Português de Portugal, mas na verdade ele retomou as dobragens portuguesas de Portugal nos filmes.

Isso é explicado melhor aqui.