sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Porque é que o Gandalf não invocou as Águias para levar a Irmandade do Anel para Mordor?


Atenção isto contém SPOILERS de "O Senhor dos Anéis" (tanto os livros de Tolkien como as adaptações do Peter Jackson).

"O Senhor dos Anéis" não precisamos de dizer mais do que já foi dito. Considerado a "Bíblia das fantasias épicas", a trilogia de Tolkien ainda inspira imensos autores de fantasias. E ficou ainda mais popular graças as adaptações cinematográficas de Peter Jackson, lançados em 2001,2002 e 2003.

No entanto existe uma dúvida que muita gente que viu os filmes e/ou leu os livros ainda tem:

Chris Griffin: "Estás a ver a Águia Gigante do 1º filme, que volta para os salvar (Frodo e Sam) no final do 3º filme? 
Porque é que eles não podiam voar nas Águias até Mordor em vez de passarem 3 filmes caminhando até lá? ".
"Moving Out (Brian's Song)" (2007) de "Family Guy" (1999-presente). 

Então porque é... Bom, o nome do post já diz isso. 

Acontece que a idéia das Águias transportando o Um Anel para a Montanha da Perdição , ou, pelo menos, em parte do caminho, não é discutida nos livros e o próprio Tolkien aparentemente nunca abordou especificamente, excepto de maneira oblíqua.

Nas cartas dele, o autor declarou: "As Águias são uma 'máquina' perigosa. Eu as usei com moderação, e esse é o limite absoluto de sua credibilidade ou utilidade. A presença de uma Águia das Montanhas Nebulosas no Shire é absurdo; também torna incrível a captura posterior de G. [Gandalf] por Saruman, e estraga o relato de sua fuga "(Carta 210)

Por outras palavras, as Águias só podem ajudar em casos em elas são precisas. A jornada para destruir o Um Anel, como vimos, é um caso em que elas não são precisas.

E ainda bem que o Gandalf não se lembrou disso, por várias razões. 

Algumas que posso apontar são:
  1. Ia ser uma história curta e aborrecida;
  2. O Aragorn não iria aceitar o seu destino como rei dos Homens;
  3. E o Sam não descobria a coragem que ele tinha dentro de si para proteger o Frodo e, mais tarde, dizer à Rose que lhe ama para depois se casarem, terem filhos e viverem felizes para sempre até ao fim dos seus dias.

Carl: "Não é isso que se trata, Chris. Trata-se da jornada".
"Moving Out (Brian's Song)" (2007) de "Family Guy" (1999-presente). 

Então é tudo. 

Um bom abraço e até à próxima! 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Love, Death & Robots - Analise com Spoilers


Eu sei que já falei sobre esta antologia, mas a verdade é lancei uns breves comentários sobre cada curta-metragem da 1ª temporada para evitar Spoilers para quem não viu.

Então pensei em fazer uma análise sobre cada curta-metragem da 1ª temporada que eu vi.

Vai ser pela ordem das curtas que que eu vi na Netflix, para tentar imitar o conceito da antologia.

Como disse no outro post, "Love Death & Robots" é uma antologia de curtas animados PARA MAIORES DE 18 ANOS na Netflix.

Até agora, ela é constituída por 17 curtas animados, elas feitas por vários estúdios de animação diferentes com técnicas de animação diferentes, e 1 de imagem real (Idade do Gelo).

Embora nenhuma das curtas-metragem não esteja ligado com as outras, todas elas focam pelo menos num dos 3 temas do titulo (Amor, Morte e/ou Robôs).


Cuidado com SPOILERS, para quem não viu a antologia por completo. 

E volta a repetir: MAIORES DE 18 ANOS, porque contêm violência, sexo, linguagem forte e nudez explicita.


Três Robôs;
Ambientado num futuro onde a raça humana foi extinta, 3 robôs super avançados vão fazer uma viagem de turismo a uma cidade.

Apesar de super-avançados, os 3 (juntamente com outros robôs não mostrados, mas que devem morar naquele futuro) não sabem muito sobre os nossos costumes, e é divertido ouvir eles a terem as suas teorias sobre a nossa humanidade.

No final, o espectador descobre que na verdade foram os gatos, os responsáveis pelo nosso fim.

Uma espécie de "Wall-E" (2008) para adultos, é uma história divertida e simples sobre 3 amigos que só estão a fazer turismo.

Para Lá de Aquila.
Por causa de um erro de navegação, uma tripulação espacial é enviada para um posto avançado longínquo em vez do nosso planeta. Lá Thom, o capitão da tripulação, recebe a visita de Greta, um amor antigo, que lhe explica o que aconteceu.

Depois de um ataque violento de um dos tripulantes à Greta, Thom percebe que a sua colega tinha razão em atacar, ao ver a ferida que ela provocou no pescoço da Greta sarar em minutos.

Greta é obrigada a revelar a verdade: Na verdade, Greta e aquele posto avançado eram uma simulação criada por um extraterrestre aracnídeo que atrai naves humanas para a sua teia.

Mas, no entanto, a maneira de como acaba deixou-me um bocado aborrecido, pelo facto que o monstro aracnídeo cria outra falsa realidade.

Talvez para deixar uma questão: o extraterrestre gostava mesmo do Thom ou estava a trata-lo da mesma forma de como trata as suas presas?

Idade do Gelo.
Um casal (interpretados por Topher Grace e Mary Elizabeth Winstead) acabam por se mudar para um apartamento e descobrem que o frigorífico deles contêm uma civilização que avança muito rápido.

Assim como o casal, nós ficamos simplesmente a observar a evolução daquela civilização.

A maneiro de como a mini-civilização chega ao futuro (lembra-me "Blade Runner", 1982), fez-me pensar nas possibilidades e nas maravilhas que o futuro da humanidade nos reserva.

No final, percebemos que aquela civilização não está a "imitar" a nossa, por ter australopitecos a conviver com dinossauros.

A Vantagem de Sonnie.
Em Londres, num futuro onde existem campeonatos de lutas de monstros controlados remotamente por bioengenharia, uma jovem chamada Sonnie, considerada a campeã dessas lutas, recusa ser subornada pelo director de um desses campeonatos, Dicko.

Como a equipa dela lhe explica, Sonnie foi violada no passado, e o seu desejo de se vingar dos violadores é a sua vantagem.

Após uma cena de luta bastante intensa, na qual Sonnie, como sempre, sai vencedora, ela é apanhada numa armadilha do Dicko usando a assistente dela, que resulta na sua suposta morte.

Mas o mais inteligente nesta curta é a sua plot twist: Na verdade, a verdadeira Sonnie teve o seu cérebro transferido para o corpo do monstro, depois da violação no seu passado, e o seu medo de morrer é a sua vantagem. E mata o Dicko e a sua assistente no fim.

Quando o Iogurte Conquistou o Mundo.
Ao estilo de um documentário, esta curta divertida explica como um iogurte que ganhou vida acidentalmente por ciência, melhorou a nossa politica e o nosso futuro.

E é curioso os match-cuts que esta curta mostra, como por exemplo, uma cidade em colapso para o Ohio, ainda saudável.

Mas assim como o narrador, pergunto-me: o que vai acontecer connosco depois do iogurte abandonar a Terra?

Guerra Secreta.
Um exercito russo, durante a 1 ª Guerra Mundial, viaja pelas florestas da Sibéria, para eliminar uma raça de monstros invocados por magia negra.

Honestamente, acho que esta curta apenas mostra um típico cenário de guerra. Mas demonstra as emoções que quer demonstrar.

Ponto positivo também para a animação que lembra-me daqueles videojogos ultra realistas.

Já citei que o líder tem a voz de Stefan Kapičić, o actor que deu a voz ao Colossus ("Deadpool", 2016- presente)?

Devorador de Almas.
Um grupo de mercenários e arqueologistas durante uma exploração num templo, acordam sem querer um mal antigo. E os sobreviventes tentam desesperadamente fugir do templo e matar esse mal.

Esse mal antigo é o Dracula, mas de outra maneira, absorve sangue das vitimas para ficar mais musculado e tem medo de gatos.

Confesso que não achei justo o facto do Simon ser o único que morreu (E de que maneira, credo!), porque neste tipo de história há sempre pelo menos 2 pessoas que são mortas.

Mas o final deixou-me estranhamente satisfeito quando os sobreviventes, ao tentarem sair do templo, cruzam-se com outros vampiros, que obviamente, os matam.

Mas o Dr. Wehunt tinha a gata no ombro no final? Ele não podia ter sobrevivido? A não ser que a gata tenha saído do ombro dele quando os monstros se preparavam para mata-los.

A Testemunha.
Uma jovem stripper testemunha um assassinato no outro lado da rua onde mora, e tenta fugir do assassino que reparou nela.

Com o mesmo estilo de animação de "Homem-Aranha no Universo Aranha" (2018),  esta curta consegue transmitir ao espectador, a sensação de medo da stripper de ser morto pelo homem.

Mas o mérito está no final em que vemos o homem que ela acabou de matar a testemunhar a cena no prédio do outro lado da rua.

Quando revi outra vez é que percebi que na verdade, tanto a stripper como o homem estão presos num loop que se repete, e que o homem, na verdade, queria avisar a stripper do loop em que estão presos. E no inverso, a stripper quer avisar o homem. Mas só vemos o lado da stripper.

Fatos.
Um grupo de agricultores defende as suas famílias e quintas de uma invasão de DeeBees (uma raça extraterrestre), usando fatos de luta robóticos.

Com cenas de acção muito boas e uma cena de sacrifico que achei, no mínimo, comovente, esta curta mostra o suposto dia-a-dia destes agricultores. O final da curta deixou-me surpreendido porque pensava a curta passava-se num futuro pós-apocalíptico, quando na verdade, não.

Boa Caçada.
Na China, numa versão steampunk da Hong Kong Britânica, um jovem chinês, filho de um falecido caçador de seres mágicos, tenta arranjar uma maneira de ajudar a sua amiga, uma jovem hujling (mulher que se transforma em raposa), a invocar outra vez os seus poderes mágicos.

Com um visual que lembra "Ghost In The Shell" (1995) e "Avatar - A Lenda de Aang" (2005-2008), esta curta parte de um pergunta interessante: Como podemos recuperar magia numa sociedade dominada por tecnologia? E a conclusão acaba por ser bastante interessante.

A transição da China mais tradicional para uma cidade steampunk está tão bem construída que quase me esqueço que em tempos antigos, aquilo era uma cidade mais tradicional.

A Lixeira.
Com um visual que me lembra o trabalho da Pixar, Dave Dvorchek (conhecido como "Dave Feioso" pelos amigos) recebe a visita indesejada de um inspector da cidade que quer retirar a ele e ao seu animal de estimação, Otto, da lixeira onde moram, por construírem condomínios lá.

Para tirá-lo de lá, Dave conta ao inspector a história de como o melhor amigo dele foi devorado por um monstro de lixo que morava naquela lixeira.

Quando o Dave é interrompido no final da sua história, eu já tinha percebido que o Otto é, na verdade, o monstro de lixo da história dele, que tem como trabalho, devorar qualquer visitante indesejado na lixeira, como o inspector.

O final deixa-me com uma vontade de abraçar os meus animais de estimação. Estranho, é verdade.

Mutantes.
No Afeganistão, num universo alternativo onde lobisomens convivem com humanos, 2 lobisomens trabalham como soldados para o Exercito Americano. Até que um deles é assassinado por um lobisomem do lado inimigo, e o outro busca vingança.

É a típica história de vingança. A curta podia abordar mais sobre o racismo que os humanos tem contra os lobisomens. Mas a verdade, é que não consigo imaginar uma maneira melhor de abordar esse tema.

Tirando isso, tem óptimas cenas de luta bem violentas. E a conclusão acaba por ser comovente.

A Noite dos Peixes.
Com um estilo de animação cel-shading (Estilo "Sly Copper"), a história é sobre 2 vendedores (colegas de trabalho ou pai e filho. Acredito mais na 1 ª) que têm o carro avariado no meio do deserto. Durante a noite, eles descobrem a existência de animais marinhos fantasmas que habitam naquele deserto.

O vendedor jovem, fascinado com aquilo, decide ir nadar com os fantasmas. E quando se torna um deles, é morto por um tubarão fantasma, deixando o seu colega mais velho, sozinho. E acaba assim.

No momento em que os animais marinhos fantasmas apareceram, eu vi o carro dos 2 vendedores a ligar e desligar. Eu pensava que os 2 vendedores iam aproveitar a ocasião para saírem dali. Mas não foi assim.

Uma teoria apontada pelo canal Elegante é que a presença dos fantasmas podia ser uma forma de expressar que os 2 morreram devido à fome, ou ao frio/calor intenso, e momentos antes de morrerem, aquilo foi o que o vendedor mais velho visualizou. Provavelmente o seu colega morreu antes dele. Então é representado na sua ilusão, na sua miragem e posteriormente ele ficou sozinho até perecer também. Eu acredito mais nessa teoria, por causa da maneira de como acabou.

Dar Uma Mão. 
Uma astronauta sofre um acidente em pleno espaço. E para poder salvar a sua vida, ela teve que arrancar a sua própria mão direita para poder voltar para a sua nave em segurança.

Em 10 minutos intensos, esta curta faz-nos pensar como nós, seres humanos, somos obrigados a fazer decisões muito difíceis, para salvar as nossas vidas.

Histórias Alternativas. 
Como seria se Hitler tivesse morrido antes da II Guerra Mundial? Agora já pode, graças ao programa Multiverso.

Nós vemos 6 cenários, um mais absurdo do que o anterior. E a curta é só isso.

Esta curta lembrou-me o episódio "Back to The Pilot" (2011) de "Family Guy" (1999-presente). Quem viu esse episódio, sabe o que aconteceu.

Gostava de ter visto os cenários de Lincoln se este tivesse prevenido o seu atentado, mesmo que um fosse mais absurdo do que o anterior.

13, O Numero da Sorte. 
Numa força militar espacial, uma tenente novata recebe o posto de piloto da nave 13, considerada a "Nave do Azar" . Mas entre elas, vai nascer uma bela amizade. 

A estrutura é bastante simples, a 1 ª parte mostra o inicio da amizade e a 2 ª parte mostra o sacrifício da 13.

Através da narração da tenente Cutter, nós sentimos o que ela sentiu naquele momento.  Foi doloroso para mim, vê-la a ser obrigada a fazer explodir a nave 13 na sua 20 ª e ultima missão.

E como ela disse no final: Eu trocava a nova nave que ela recebeu por mais uma missão na 13 Sortuda.

Ângulo Morto. 
Um grupo de ciborgues ladrões vai roubar um microchip, escoltado por um camião cheio de soldados. Mas a missão vai ser bem mais difícil do que se esperava.

Nós, através do novato Rookie, ficamos impressionados com a maneira de como os colegas dele são mortos e com medo da possibilidade do Rookie ser morto também.

Apesar do sucesso da missão, nós, assim como o Rookie, ficamos tristes com a morte dos amigos dele, para depois sermos surpreendidos e contentes ao descobrirmos que ele não os perdeu.

Quando o Rookie pega no microchip, eu já começava a suspeitar que os amigos dele não morreram mesmo.

Zima Blue.
Considerado por muitos (incluindo eu) o melhor episódio da 1 ª temporada, esta curta vem com uma premissa interessante: o que procuramos através da nossa arte?

Num futuro longínquo, uma repórter recebe um pedido do excelente pintor Zima Blue, cujo passado permanece em segredo, para ser entrevistado, porque ele descobriu o que procurava através do seu trabalho.

Depois de Claire, a repórter, narrar a fama e a suposta origem de Zima, o pintor revela à repórter, (e ao espectador), o que procurava através da sua arte: voltar à sua "infância".

"Infância", porque, ao contrario do que muitos achavam, ele nunca foi um homem que fez tratamentos robóticos ilegais na sua busca pela Verdade, mas sim, uma máquina limpadora de azulejos de piscina (conhecidos como azulejos Zima Blue), construído por uma jovem mulher que era especialista em robótica e engenharia avançadas, séculos atrás.

Depois da "mãe" morrer, ele passou de dono a dono, que, assim como ela, actualizaram-no, até ser o que ele é agora.

E ele mandou desenterrar a piscina para voltar a ser a maquina limpa-piscinas. Voltar a tempos mais simples, onde não precisava de ser o melhor.

Assim como Zima, espero também "voltar para casa", como ele voltou para a sua.


Conclusão:

"Love, Death & Robots", no fundo, pode ser considerado experimental e/ou criativa, pela maneira de como cada episódio consegue ser diferente dos outros.

Como eu disse no inicio, eu analisei pela ordem na minha conta na Netflix, para tentar imitar o conceito da antologia.

Estou muito ansioso pela 2 ª temporada que estreia em Março deste ano.


Então é tudo.

O que acharam de "Love, Death & Robots"? Ansiosos pela 2 ª temporada?

Então é tudo.

Um Bom Abraço e Até à Próxima.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Os Nomeados aos Óscares de 2019


Hoje, saíram os nomeados aos Óscares de 2019.


Melhor Filme:
  • Le Mans '66: O Duelo
  • O Irlandês
  • Jojo Rabbit
  • Joker
  • Mulherzinhas
  • Marriage Story
  • 1917
  • Era Uma Vez em Hollywood
  • Parasitas
Melhor Realizador:
  • Martin Scorsese (O Irlandês)
  • Todd Phillips (Joker)
  • Sam Mendes (1917)
  • Quentin Tarantino (Era Uma Vez em Hollywood)
  • Bong Joon Ho (Parasitas)
Melhor Actor:
  • Antonio Banderas (Dor e Glória)
  • Leonardo DiCaprio (Era Uma Vez em Hollywood)
  • Adam Driver (Marriage Story)
  • Joaquin Phoenix (Joker)
  • Jonathan Pryce (Os Dois Papas)
Melhor Actriz:
  • Cynthia Erivo (Harriet)
  • Scarlett Johansson (Marriage Story)
  • Saorise Ronan (Mulherzinhas)
  • Charlize Theron (Bombshell)
  • Renee Zellweger (Judy)
Melhor Actor Secundário:
  • Tom Hanks (A Beautiful Day in the Neighborhood)
  • Anthony Hopkins (Os Dois Papas)
  • Al Pacino (O Irlandês)
  • Joe Pesci (O Irlandês)
  • Brad Pitt (Era Uma Vez em Hollywood)
Melhor Actriz Secundária:
  • Kathy Bates (Richard Jewell)
  • Laura Dern (Marriage Story)
  • Scarlett Johansson (Jojo Rabbit)
  • Florence Pugh (Mulherzinhas)
  • Margot Robbie (Bombshell)
Melhor Argumento Original:
  • Rian Johnson (Knives Out)
  • Noah Baumbach (Marriage Story)
  • Sam Mendes e Krysty Wilson-Cairns (1917)
  • Quentin Tarantino (Era Uma Vez em Hollywood)
  • Bong Joon Ho e Han Jin Won (Parasitas)
Melhor Argumento Adaptado:
  • Taika Waititi (Jojo Rabbit)
  • Steve Zaillian (O Irlandês)
  • Anthony McCarten (Os Dois Papas)
  • Greta Gerwig (Mulherzinhas)
  • Todd Phillips and Scott Silver (Joker)
Melhor Filme de Animação:
  • Como Treinares o Teu Dragão: O Mundo Secreto
  • I Lost My Body
  • Klaus
  • Mr. Link
  • Toy Story 4
Melhor Filme Estrangeiro:
  • Corpus Christi (Polónia)
  • Honeyland (Macedónia)
  • Os Miseráveis (França)
  • Dor e Glória (Espanha)
  • Parasitas (Coreia do Sul)
Melhor Documentário:
  • American Factory (Steven Bognar, Julia Reichert e Jeff Reichert)
  • The Cave (Feras Fayyad, Kirstine Barfod e Sigrid Dyekjær)
  • Edge of Democracy (Petra Costa, Joanna Natasegara, Shane Boris e Tiago Pavan)
  • For Sama (Waad al-Kateab e Edward Watts)
  • Honeyland (Ljubo Stefanov, Tamara Kotevska e Atanas Georgiev)
Melhor Fotografia:
  • O Irlandês (Rodrigo Prieto)
  • Joker (Lawrence Sher)
  • The Lightouse (Jarin Blaschke)
  • 1917 (Roger Deakins)
  • Era Uma Vez em Hollywood (Robert Richardson)
Melhor Guarda-Roupa:
  • O Irlandês (Sandy Powell e Christopher Peterson)
  • Jojo Rabbit (Mayes C. Rubeo)
  • Joker (Mark Bridges)
  • Mulherzinhas (Jacqueline Durran)
  • Era Uma Vez em Hollywood (Arianne Phillips)
Melhor Montagem:
  • Le Mans '66: O Duelo (Michael McCusker e Andrew Buckland)
  • O Irlandês (Thelma Schoonmaker)
  • Jojo Rabbit (Tom Eagles)
  • Joker (Jeff Groth)
  • Parasitas (Yang Jinmo)
Melhor Maquilhagem e Cabelo:
  • Bombshell (Kazu Hiro, Anne Morgan e Vivian Baker)
  • Joker (Nicki Ledermann e Kay Georgiou)
  • Judy (Jeremy Woodhead)
  • Maléfica: Mestre do Mal (Paul Gooch, Arjen Tuiten e David White)
  • 1917 (Naomi Donne, Tristan Versluis e Rebecca Cole)
Melhor Banda Sonora Original:
  • Joker (Hildur Guðnadóttir)
  • Mulherzinhas (Alexandre Desplat)
  • Marriage Story (Randy Newman)
  • 1917 (Thomas Newman)
  • Star Wars: A Ascensão de Skywalker (John Williams)
Melhor Canção Original:
  • "(I"m Gonna) Love Me Again" (Rocketman)
  • "Im Standing With You" (Breakthrough)
  • "Into the Unknown" (Frozen 2)
  • "Stand Up" (Harriet)
  • "I Can't Let Yourself Throw Away" (Toy Story 4)
Melhor Design de Produção:
  • O Irlandês (Bob Shaw e Regina Graves)
  • Jojo Rabbit (Ra Vincent e Nora Sopková)
  • 1917 (Dennis Gassner e Lee Sandales)
  • Era Uma Vez em Hollywood (Barbara Ling e Nancy Haigh)
  • Parasitas (Lee Ha Jun e Cho Won Woo)
Melhor Montagem Sonora:
  • Le Mans '66: O Duelo (Donald Sylvester)
  • Joker (Alan Robert Murray)
  • 1917 (Oliver Tarney e Rachael Tate)
  • Era Uma Vez em Hollywood (Wylie Stateman)
  • Star Wars: A Ascensão de Skywalker (Matthew Wood e David Acord)
Melhor Mistura Sonora:
  • Ad Astra (Gary Rydstrom, Tom Johnson e Mark Ulano)
  • Le Mans '66: O Duelo (Paul Massey, David Giammarco e Steven A. Morrow)
  • Joker (Tom Ozanich, Dean Zupancic e Tod Maitland)
  • 1917 (Mark Taylor e Stuart Wilson)
  • Era Uma Vez em Hollywood (Michael Minkler, Christian P. Minkler e Mark Ulano)
Melhores Efeitos Visuais:
  • Vingadores: Endgame (Dan DeLeeuw, Russell Earl, Matt Aitken e Dan Sudick)
  • O Irlandês (Pablo Helman, Leandro Estebecorena, Nelson Sepulveda-Fauser e Stephane Grabli)
  • O Rei Leão (Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Elliot Newman)
  • 1917 (Guillaume Rocheron, Greg Butler e Dominic Tuohy)
  • Star Wars: A Ascensão de Skywalker (Roger Guyett, Neal Scanlan, Patrick Tubach e Dominic Tuohy)
(Estava à espera que "Detective Pikachu" fosse nomeado (relembrem aqui), mas enfim..)

Melhor Documentário em Curta-Metragem:
  • In the Absence (Yi Seung-Jun e Gary Byung-Seok Kam)
  • Learning to Skateboard in a War Zone If You"re a Girl (Carol Dysinger e Elena Andreicheva)
  • Life Overtakes Me (John Haptas e Kristine Samuelson)
  • St. Louis Superman (Smriti Mundhra e Sami Khan)
  • Walk Run Cha-Cha (Laura Nix e Colette Sandstedt)
Melhor Curta-Metragem em Animação:
  • Daughter (Daria Kashcheeva)
  • Hair Love (Matthew A. Cherry e Karen Rupert Toliver)
  • Kitbull (Rosana Sullivan e Kathryn Hendrickson)
  • Memorable (Bruno Collet e Jean-François Le Corre)
  • Sister (Siqi Song)
(Já vi "Hair Love" (cliquem aqui para verem) e "Kitbull" (relembrem aqui) e são ambos lindos. Ainda bem que foram nomeados.)

Melhor Curta-Metragem:
  • Brotherhood (Meryam Joobeur e Maria Gracia Turgeon)
  • Nefta Football Club (Yves Piat e Damien Megherbi)
  • The Neighbor"s Window (Marshall Curry)
  • Saria (Bryan Buckley e Matt Lefebvre)
  • A Sister (Delphine Girard)

A cerimónia ocorre no dia 9 de Fevereiro, Domingo.

Quem é que vocês querem que ganhe nas nomeações?

Um Bom Abraço e Até À Próxima!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Para 2020..

Para 2020...
Para 2020...
Para 2020... 

Não vou fazer uma listas dos filmes que estou ansioso de ver nos cinemas. 

Depois da "jornada" difícil que foi ver "O Rei Leão" (2019), não volto a fazer uma listas de filmes que gostava de ver nos cinemas.

Chegamos ao fim de mais uma década das nossas vidas. É incrível, não é? Só acontece uma vez em 10 anos. 

(Estava a fazer uma piada, se não perceberam).

Mais... mais... mais...

Procurem mais filmes de imagem real, quer sejam excelentes, simples ou péssimos. 

Sejam simpáticos para os outros, deitem-se mais cedo, tirem boas notas e façam mais parte da vida dos vossos filhos.

Originalmente estava a pensar em pôr a mensagem que o Frodo deu ao Sam no final de "O Senhor dos Anéis" (2001-2003), mas pode haver quem ainda não viu a trilogia. Para quem viu, sabe qual é a mensagem. 

Boas entradas e até para o ano. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Analise ao Trailer - Trailer 2 de "Bora Lá"

Saiu um novo trailer de "Bora Lá", há 2 dias atrás.

Bora rever?

(Suspiro) Eu tenho que parar com esta piada. Adiante..



É mesmo triste o facto que o pai deles morreu quando a esposa estava gravida do Ian. Mas é bom o facto dele querer que o filho que ele nunca chegou a ver o ressuscite por um dia.

Agora sei qual é a personagem da Octavia Spencer: Corey, a manticora que trabalha no restaurante, e que vai ajudar a mãe deles a procurar os filhos e o marido.

Ao principio pensei que o policia era humano, mas depois quando mostra ele por completo, vi que era um centauro.

Nós fazemos algo maluco quando queremos alguma coisa, Ian. Por isso é querias fugir do policia.

O mapa parece o mapa da Rota 66 no filme "Carros" (2006).

Que maldição, Corey? Já não basta eles quererem ressuscitar o pai, por completo, agora também há uma maldição?

Algo me diz que o facto deles ressuscitar o pai vai fazer toda a gente no mundo deles voltar a acreditar em magia.

"How Far You Will Go" lembrei-me da canção de "Vaiana" (2016).

Concordo com o Barley: tu consegues, Ian, eu também acredito em ti.


Portanto esta foi a minha analise ao Trailer 2 de "Bora Lá". Ansiosos?

Um Bom Abraço e Até à Próxima.